As crónicas do Lynx

Uma colecção de pequenas crónicas dedicadas a uma grande paixão de sempre: Viver essa maravilhosa aventura que é o dia-a-dia!

terça-feira, junho 30, 2009

Estou farto!


De ficar mais de 12 horas fechado num escritório, sem conseguir ter tempo para tratar de mim!

-- enviado de dispositivo móvel

segunda-feira, junho 29, 2009

Gate of the Mists



Gate of the Mists, Mount Kenya, Quénia. Entre os dois picos gémeos de Nalian e Batian, estende-se uma perigosa e estreita passagem de gelo e rocha, a mais de 5100 metros de altitude, que captura a imaginação. Aqui, numa fotografia da National Geographic.

Heranças...

"A verdadeira herança que deixamos não é a tecnologia que permite voar até ao espaço, mas antes a inspiração que podemos dar a muita gente para realizar os seus sonhos" - Eugene Cernan

A banalidade do maravilhoso quotidiano

"É muito normal seguir na estrada acompanhado por enormes pássaros. Vejo tantos que, infelizmente, já me habituei. Nos primeiros tempos, era bem capaz de parar a mota e disparar maravilhado. Agora sinceramente já os vou ignorando. Não há como combater esta desvalorização do quotidiano. O momento da apreensão de uma novidade é inigualável e esse prazer é intrinseco ao facto de nos obrigar a trabalhar as estruturas de percepção, a adaptá-las a essa nova combinação de estímulos. Arrisco dizer que tenho desperdiçado alguns momentos e reconheço que há pouco a fazer sobre isso, como pouco podia eu fazer quando a caminho do emprego me sentia incapaz de saborear os inúmeros pormenores bons da rotina que levava, cheia de ex-novidades que em tempos me encantaram.Quando do outro lado do planeta uma águia esvoaça à minha frente e não me emociono, concluo que na raiz da felicidade vive a mudança e que dificilmente servirá para sempre uma qualquer fórmula absoluta. " - in Buena York, de Gonçalo Cadilhe

Relembrado pelo Tiago, no seu blog.



A fotografia é da minha autoria, no topo do Cântaro Gordo.

domingo, junho 28, 2009

Cântaro Gordo


Já o tínhamos tentado subir 2 vezes. Na primeira ainda chegámos a andar 100 metros, até sermos obrigados a voltar para trás, por um nevão súbito no final de Abril. Voltámos no ano seguinte, em Maio, para tentarmos a subida, mas nem chegámos ao local de estacionamento - um nevão impediu-nos o acesso ao maciço central...

Por isso, desta vez, fomos em Junho! E apanhámos com um dia com temperaturas de 30º e Sol...

O caminho para o início da subida é longo e, apesar de paulatinamente irmos ganhando cota, só nos apercebemos disso verdadeiramente no último monte que temos que subir até à Lagoa dos Cântaros - um magnífico lago, alimentado pelo degelo e pela água que escorre dos contrafortes da Serra, pleno de fauna e dominado pela visão do Cântaro Gordo, na sua extremidade mais distante. Um pouco desviado, as cristas levam-nos até ao Cântaro Magro, para lá dos covões da Ametade e Cimeiro. Do outro lado, o Vale da Candeeira, com as suas manchas verdes e castanhas e a sua água abundante, que escorre em cascata para o vale glaciar do Zêzere. E, nas nossas costas, esse vale gigantesco, correndo até Manteigas. Estar nas margens desta lagoa é uma sensação de solidão e de imensidão, dominada por uma paisagem fascinante.

Depois de uma pausa (para descobrir a primeira cache e resolver as perguntas que nos levariam à segunda), iniciámos a subida pela crista do lado direito. Uma subida mais suave do que se fossemos a direito (o que só seria possível com equipamento de escalada e bastante experiência), mas, mesmo assim, o início dos declives fortes, com grandes rochedos a contornar ou a subir - mas nada de especialmente complicado, diga-se. É de uma das curvas deste caminho que se tem uma visão fabulosa sobre a Lagoa dos Cântaros - aconselho-vos fortemente a descobrir onde e a puxarem da máquina fotográfica.

A seguir, atravessa-se para o cântaro propriamente dito - um penedo gigantesco mesmo no coração da serra! Do lado por onde o atacámos, a ascensão é possível como um trek normal - mas curto, só que com uma forte pendente! De qualquer forma, com uma boa condição física, é fazível sem grandes complicações até lá acima. Depois, foi só subirmos mais umas quantas rochas no topo e... cume!!!


É aconselhável levarem um grande grupo de amigos como nós fizémos! A experiência tem muito mais sabor! E gozem a experiência de cume! Vale pela vista e emoção...

domingo, junho 21, 2009

E viva o Verão!!!

Amigos! Praia! Noitadas! Mar! Montanhas! Rios! Escalada! BTT! Corrida! Surf! Geocaching! Viagens!

Até já estou a ficar cansado!

terça-feira, junho 16, 2009

No topo




The Hypodermical Needle, por Marauders (summitpost)

domingo, junho 14, 2009

Cume

É uma sensação fabulosa! De conquista. De superação. De conseguir atingir algo especial.

quinta-feira, junho 11, 2009

Caminhando por Sintra

Descobri uma nova maneira de fazer geocaching que adoro! Se gosto tanto de Sintra, então porque não usar o geocaching como desculpa para percorrer a serra a pé? Deixo o carro no sopé da montanha (na Malveira ou noutro local), pego na mochila, no bastão e no GPS (com as caches carregadas e o percurso pensado) e caminho pela serra, à procura de geocaches. Adoro! (e vou-me mantendo em forma para outras caminhadas de montanha)

Hoje, foram a "Charles Darwn" (DNF), a "Solid", a "Floresta Tenebrosa" e a "Cache do Futuro", numa excelente caminhada de 11 quilómetros. Com uma serra tão interessante aqui ao lado, seria um desperdício fazer estas caches de carro...

Aron Ralston

Aron Ralston poderia ser apenas mais um escalador. No entanto, tornou-se muito mais do que isso. Tornou-se um símbolo de que nos devemos recordar sempre que saímos para uma aventura.

Em 2003, Aron saiu para escalar uma falésia numa zona remota e isolada do Utah. Saiu sem dizer a ninguém para onde ia - e isso fez toda a diferença. A meio da escalada, um dos blocos deslocou-se e... prendeu-lhe o braço, de uma forma que ele não conseguiu soltar. Durante 5 dias, Aron racionou a pouca comida e água que tinha, esperou que aparecesse alguém, bebeu a sua própria urina, escreveu o seu nome, data de nascimento e presumível data de morte na parede, gravou a sua despedida para a família e, no final... cortou o seu próprio braço para se soltar.

Aron conseguiu soltar-se e voltar até um sítio onde encontrou ajuda (uma família de turistas holandeses, que lhe deram água, 2 Oreo e toda a comida que tinham, para além de terem chamado as autoridades). E desde então tornou-se um símbolo. De perseverança, porque, mesmo sem um braço, voltou a fazer uma vida normal (se se pode chamar uma vida normal a quem é um orador motivacional) e a escalar (para o ano escala o Everest). Mas também, e sobretudo, que nunca devemos sair para uma aventura sózinhos e sem que ninguém saiba onde estamos (e não, o telemóvel não é uma boa desculpa - para muitos dos sítios onde vamos, não há rede).

Mas Aron, parabéns pela tua coragem e por teres dado a volta por cima.



quarta-feira, junho 10, 2009

JAGHS

Just another geocache in a highpoint in sintra. Uma cache simples, no alto de um pico granítico solitário na encosta norte da serra de sintra, com uma vista magnífica so acessível com um passo de escalada no final. Magnífica!


-- enviado de dispositivo móvel

Re-aprender a correr

Hoje corri de uma maneira nova. Com passos diferentes. Sempre com muita atenção à posição dos pés. A procurar garantir que não fiquem numa posição que force o meu joelho - é por isso que estou a re-aprender, por causa do meu "joelho de corredor".

Os resultados? Voltei a correr 4 quilómetros sem dores! Mas sai mais cansado e com dores de esforço no tornozelo - a minha passada está diferente do habitual e isso obriga-me a fortalecer os tornozelos. Portanto, parece que vou continuar a aprender a correr desta forma, mas tenho que continuar com os exercícios de musculação para os joelhos e tornozelos (e com muita atenção nos alongamentos).

segunda-feira, junho 08, 2009

Carl Sagan

"A Alexandra, que atingirá a maioridade na passagem do milénio. Possamos nós deixar à tua geração um Mundo melhor do que nos foi deixado" - Carl Sagan, dedicatória de "Contacto"

Penso nesta frase muitas vezes. É ela que melhor representa para mim o que significa lutar por um planeta que amo.

domingo, junho 07, 2009

Manutenção


E uma obrigação. Para quem joga geocaching, colocar uma cache, para que outros possam também gozar do jogo, como nos, e um imperativo. E, depois, procurar sempre mante-la em boas condicoes, e essencial. Por isso, e depois de, confesso, algum desleixo, este fim-de-semana, fui deixar três das minhas caches num brinquinho!

-- enviado de dispositivo móvel

sábado, junho 06, 2009

E hoje...

Que volto a correr. Uma distância leve, de quatro quilómetros, para garantir que esta tudo bem com o meu joelho.


-- enviado de dispositivo móvel

segunda-feira, junho 01, 2009

Comb Ridge, Utah


De autor desconhecido